Monte Verde Festival com muitas inovações tecnológicas para 2016. Entrevista : Jacinto Franco (produ

Falta menos de um mês para o Monte Verde Festival. São já cinco edições consecutivas de um festival que se vai destacando no panorama nacional, apostando este ano em inovar a nível tecnológico e a ir ao encontro dos gostos e necessidades do seu público. Falámos com o seu responsável, Jacinto Franco.

APORFEST: Vai ocorrer a 5ª edição do Monte Verde Festival, de 11 a 15 de agosto, na Ribeira Grande (Açores). Que novidades vão estar presentes e disponíveis aos festivaleiros em 2016?

Jacinto Franco: São muitas as novidades, a começar pelo cartaz ecléctico e que privilegia nomes emergentes e sonantes da música em Portugal e no estrangeiro, bem como nomes consagrados, e aposta cada vez mais forte nos talentos regionais.

Este ano, também vendemos bilhetes online, o que facilita a compra dos bilhetes para quem vive em São Miguel, mas também para quem está nas outras ilhas, no continente e no estrangeiro.

O recinto também apresenta mudanças, indo ao encontro de algumas sugestões do nosso público e da nossa própria avaliação. O acesso estará facilitado e a própria disposição dos bares e outros serviços oferece maior comodidade para o público. Também a pensar na comodidade e numa melhor gestão do tempo e dinheiro dos nossos festivaleiros, teremos um sistema de cashless. Importa referir que continuamos a apostar na responsabilidade social, sendo que este ano uma parte da receita de Bilheteira reverte a favor do Canil Municipal da Ribeira Grande.


O que mais destacam desta edição?

A aposta nas novas tecnologias e sistemas disponíveis em prol da comodidade e conforto dos nossos festivaleiros, numa iniciativa inédita nos Açores.

No caso da bilhética, os nossos festivaleiros acolheram muito bem a novidade, sendo que as vendas estão a decorrer a um ritmo bastante satisfatório. Em relação ao sistema cashless, a organização também está expectante, mas estamos certos de que é uma novidade proveitosa para ambas as partes.

Em termos de cartaz, vamos ter, como cabeças de cartaz: Guano Apes (14 de agosto), Gabriel O Pensador (13 de agosto) e Sub Focus (12 de agosto). De destacar também, na Welcome Party a 11 de agosto, Mellow Mood, Bispo, Dj Nokin, Mishlawi, Macow & Conga. E a encerrar a quinta edição do festival vamos ter Vibers, Myrah, Brainwash e Unxp.


Como tem sido a construção do vosso projeto, da vossa "marca" ao longo destes anos?

Tem sido um desafio e ao mesmo tempo um orgulho ver o festival crescer. E quando falamos em crescimento não nos referimos necessariamente a números, mas a qualidade.

Apresentamos um cartaz cada vez mais rico e atento aos mais diversos gostos, introduzindo nomes emergentes e sonantes da música em Portugal e no estrangeiro e também temos a preocupação de trazer aos Açores artistas que marcaram gerações, como o caso de Guano Apes.

De ano para ano, também temos vindo a aperfeiçoar aspectos organizativos. Não existem eventos perfeitos, há sempre aspectos a melhorar e, graças ao nosso trabalho árduo e pautado pelo brio profissional, temos registamos uma evolução bastante significativa desde a primeira edição.