O festival de bandas de empresas está aí. Entrevista: Fernando Barros (diretor Brands Like Bands)

15/09/2016

 

Irá realizar-se ao longo de três noites de outubro a próxima edição do Festival Brands Like Bands que dá o poder e sonho de colaboradores de empresas portugueses poderem atuar como se estivessem no festival e serem eles os artistas ao invés de público. Falámos com o seu responsável, Fernando Barros, sobre a evolução do conceito.

 

 

 

APORFEST - Vem aí mais uma edição do Festival Brands Like Bands (1,8 e 15 de outubro), "único no mundo" como indicam. Qual tem sido o vosso percurso e evolução?

Fernando Barros - Temos aprendido muito com cada uma das edições, ajustando-nos sempre às expectativas de quem toca e de quem assiste. O que temos sentido também é um forte passa-a-palavra que faz com que pessoas com bandas dentro das empresas tenham interesse em vir tocar e outras que depois da primeira edição do  festival começaram a desafiar os colegas para eles próprios formarem uma banda. O cenário hoje é de os colegas antes de combinarem em fazerem uma partida de futsal, depois do trabalho, é combinarem e ensaiarem juntos.

 

O que podemos esperar para 2016?

Existem algumas expectativas por fazemos este ano no Estúdio TimeOut (Mercado da Ribeira) e por isso também estendemos o apoio a mais do que uma causa. E este ano apoiamos três, Casa dos Rapazes, Ajuda de Berço e Raríssimas, num projecto que denominámos como «Filhos do Rock», com o apoio da Rádio Comercial e CTT, que vão fazer as recolhas no espaço onde decorrem os concertos e nas empresas, dos apoios que estas causas necessitam.

 

Como se tem feito a vossa relação com as marcas e de que forma estas procuram hoje que os seus colaboradores participem no vosso festival no âmbito de melhoria de ambiente de trabalho?

A relação que temos com as marcas é sobretudo autêntica, o processo é claro desde o início e o retorno que estas têm é muito, mas mesmo muito superior ao seu investimento. Cada uma entra no Festival com um propósito mas todas elas se ligam pela música, que é ferramenta de comunicação mais eficaz, e pelas causas que apoiamos.

 

As marcas que mais se associam a festivais de música (que escolhem este tipo de eventos para se ativar junto do seu público-alvo) estão também presentes no vosso festival?

Não. E há três possibilidades que podem explicar isso, todas elas válidas. Ou não temos conseguido passar a mensagem sobre o nosso valor-acrescentado, ou não têm interesse, ou somos simplesmente “underdogs”. O evento é sustentável mas conseguindo ter essa ligação conseguiríamos ter também mais “músculo” e alavancar assim ainda mais este projecto com a atribuição de mais-valias para essas marcas.

 

O que podemos esperar de evolução do vosso conceito nomeadamente em termos de internacionalização?

Esse é o grande desafio e estamos ainda a tentar identificar algumas luzes que apontem para esse caminho.

 

De que forma a APORFEST tem permitido a vossa evolução a nível externo (junto do público) ou a nível interno em termos de capacitação do festival e dos seus recursos humanos?

Estamos ainda numa relação muito inicial mas sem dúvida a informação divulgada aporta muito valor, sem dúvida.

 

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