Sagres uniformiza e reforça a sua ativação nos festivais. Entrevista: João Cardoso (Sponsorship Manager)

25/01/2018

A Sagres é uma das marcas que mais está ligada aos festivais de música portugueses, ajudando em muito no seu apogeu e na vinda dos maiores artistas internacionais. O "Perfil de Festivaleiro e Ambiente Social nos Festivais", estudo da Aporfest através de respostas do seu público, indica sempre a mesma como uma das mais recordadas quando se fala de uma experiência festivaleira. Presente desde os maiores e mais mediáticos festivais a muitos outros como patrocinadores, parceiros e/ou prestador de produto. Se a cerveja é o item mais vendido no interior do recinto de festivais com um público jovem-adult, dee que forma vamos ter a marca no ano de 2018? Falámos com João Cardoso, o atual responsável de patrocínios da Central de Cervejas.

 

APORFEST: A marca Sagres sempre esteve envolvida nos grandes festivais, desde que estes começaram a profissionalizar-se a meio da década de 90, como tem sido o resultado desse apoio por parte da marca? Que tiram partido por estarem envolvidos nos festivais?

João Cardoso: A Sagres sempre esteve presente no território da música, tal como indicam os estudos de associação a este território, nomeadamente em vários festivais e eventos de Norte a Sul de Portugal, e o resultado é naturalmente positivo a vários níveis.

Destacamos o reforço deste posicionamento com a presença da marca Sagres no festival Nos Alive.

 

 

É a melhor forma de se estar perto do público-jovem e que vai em teoria decidir qual a cerveja que o acompanhará para a vida?

Sabemos que a Música é um território com uma grande afinidade para este público-alvo de jovens adultos, quer Portugueses, quer de estrangeiros/turistas que nos visitam para este festival, e não só.

 

Para 2018 já não se irá sentir a divisão de marcas com responsabilidade da Central de Cervejas. Porque passa a Sagres a estar de forma uniforme associada à música e aos festivais?

 

Os patrocínios são uma ferramenta de marketing para ser enquadrada de acordo com as expectativas dos nossos consumidores e que respeita o posicionamento e estratégias das marcas, e todos os anos ajustamos o plano de marketing das nossas marcas. 

 

 

A maior aposta volta a focar-se no Nos Alive com o naming de um palco? Que novidades irão existir e voltarão a surpreender o público e ter o palco como aproveitamento de notoriedade da marca através das celebridades portuguesas? 

Achamos que a marca Sagres se enquadra totalmente no Nos Alive. A associação da Sagres é de certa forma natural. Este patrocínio reúne o melhor festival em Portugal (e um dos melhores do mundo) com a cerveja que exalta os valores da Portugalidade, e isso só pode trazer benefícios para os consumidores, para os festivaleiros e para Portugal.

 

Para além do Palco Sagres, teremos a presença da Cerveja Sagres em todo o recinto e contrapartidas que nos permitem comunicar e ativar o festival junto do nosso target. A parceria com a entidade promotora ao longo dos últimos anos tem permitido que as nossas marcas se aproximem das novas gerações, através da qualidade inquestionável do festival, das bandas revelação ou nomes emergentes do mundo da música, referências para as novas gerações e cuja música atua como agente de mudança.

 

Em Portugal existem três área-chave de patrocinadores de festivais - Energia, Cervejeiras e empresas de telecomunicações. No exemplo das cervejeiras consideram existir maior ou menor intervenção da marca nos festivais portugueses quando comparado com outros festivais no exterior com preponderância de uma marca cervejeira?

Cada mercado tem as suas particularidades e especificidades. Aquilo que sabemos é que temos resultados extremamente positivos para as nossas marcas, sempre que as activamos num festival, mesmo quando comparado com benchmarks internacionais. Assim o ditam os estudos que medem o impacto do patrocínio da marca antes e durante o evento.

 

 

O nosso estudo anual identificou o perfil dos 272 festivais de música realizados em Portugal no ano de 2017, como analisam este número e como é a vossa relação estabelecida nos festivais e promotores onde estão envolvidos como parceiros ou prestadores de produto? 

O número por si só é sinónimo de vitalidade do sector. É demonstrativo da importância dos festivais de música em Portugal e da relevância que têm para os consumidores, principalmente para o público jovem adulto. Contudo, mais do que a quantidade, é importante que se evolua para o desenvolvimento e profissionalização do sector, para garantir que os festivais têm qualidade e respondem às expectativas do público. Naturalmente que temos parcerias estabelecidas com algumas entidades organizadoras e assim continuará a ser no futuro. Queremos manter estas parcerias garantindo mais valias para as nossas marcas através dos patrocínios e respectivas activações. 

 

 

De que forma a APORFEST pode ser um apoio no desenvolvimento desta área no curto-médio prazo?

A APORFEST faz um trabalho de relevo na promoção dos festivais em Portugal e no apoio contínuo aos seus associados para que os eventos que organizam sejam cada vez melhores e com mais sucesso.

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