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Entrevista: Mónica França e Lígia Pinto (partners Boozie)

Todos os anos verificamos várias novidades nas zonas de Street Food / Food Court (ver base de dados correspondente na área reservada de associado APORFEST - leads com nome do projeto, tipologia de oferta, contactos e histórico de presença em festivais) dos festivais portugueses - esta é uma área que atualmente apresenta um grande desenvolvimento nos atuais e novos players, fruto da aposta dos promotores em terem nos seus recintos uma oferta cada vez mais diferenciada e múltipla para vários públicos. E fruto de termos esse espartilho e diversidade de degustações disponíveis ao público que visita estes festivais, a Boozie lançou-se com um conceito inovador, aproveitando para potenciar a experiência ao festivaleiro mas também a outros tipos de eventos. Falámos com Mónica França e Lígia Pinto, as duas partners da marca.



1. Temos visto a Boozie presente na food court dos festivais e outros eventos neste ano de 2022. O que é este projeto?

Trata-se de um projeto português, portuense e no feminino com um conceito inovador. Desenvolvemos um negócio de cocktails gelados de formato portátil. Temos 4 sabores: Sunny Caipirinha, Dirty Mango, Creamy Whisky e Fruity Sangria. Dispomos de uma loja on-line em www.boozie.pt e marcamos presença regular em vários festivais e outros eventos.


2. A integração da tipologia do vosso projeto nos Festivais em Portugal é mais complexa que noutros países em virtude de um grande poderio de marcas alcoólicas já estabelecidas há décadas? Porquê?

Neste momento não temos a perceção de como este processo se desenvolve em outros países (mas um dia vamos ter). As dificuldades que temos sentido tem haver com a exclusividade das grandes marcas neste tipo de eventos que dificulta a participação de startups como a nossa.


3. Como tem sido a vossa experiência nos festivais por onde já estiveram presentes (e.g. North Music Fest, Rfm Somnii, Queima das Fitas Porto)?

A nossa experiência nos festivais tem sido fantástica. Aliás, desde o primeiro momento, a nossa ideia foi desenvolver um produto festivaleiro. A nossa primeira apresentação ao público foi na Queima das Fitas do Porto e tivemos uma aceitação incrível.


4. Qual o impacto do vosso produto no público e opinião dos produtores perante os resultados e feedback tidos com o vosso produto?

O produto tem sido muito bem aceite. É muito gratificante ver a reação dos consumidores quando experimentam pela primeira vez. Reagem entusiasticamente ao boozie, procuram por nós e têm curiosidade em experimentar os vários sabores.


5. Perante esses primeiros impactos, como vão potenciar ainda mais a comercialização do vosso produto neste mercado?

Para além da presença em Festivais e Eventos, estamos neste momento a negociar a distribuição a nível nacional para toda a restauração, nomeadamente, esplanadas, restaurantes e bares. A nossa loja online tem também servido de plataforma para levar os nossos BOOZIEs a todo país e é nossa intenção projetá-la além fronteiras. Festas particulares através de empresas de Catering é um serviço que muito brevemente iremos disponibilizar.


6. O que perspectivam ainda estrategicamente para este ano em ações nos festivais?

No seguimento da nossa atual estratégia implementada até à data e que, acima de tudo, se tem mostrado altamente eficaz em termos de resultados, vamos continuar a apostar num conceito e imagem jovem, descontraída mas ao mesmo tempo cuidada e atual – fresh and new. A nossa Piaggio, mais conhecida por BOOZINA, é a nossa imagem de marca nos festivais acompanhada pela sempre divertida experiência Glow in the Dark. Teremos sempre surpresas para complementar o delicioso ritual de consumir um BOOZIE. Aposta forte nas Redes Socias aquando a presença nos festivais será uma preocupação para criar a maior proximidade possível com os nossos clientes. Vão estar presentes onde? Jardim do Morro, Jogo Apresentação do FCP, Vodafone Paredes de Coura, Festas Sunsets e algumas festas de verão no Norte e Centro do país.


7. Quais os vossos planos para os próximos 2 anos?

Considerando a atual conjuntura internacional que nos coloca numa posição de alguma cautela quanto a projeções, a nossa intenção é, uma vez conquistado Portugal em todas as vertentes acima mencionadas, é estarmos “com um pé” no mercado Internacional. As nossas receitas são irresistíveis e transversais a todas as culturas!


8. De que forma a APORFEST poderá ajudar na implementação do vosso projeto?

A APORFEST será sem dúvida nenhuma, uma ajuda inestimável ao abrir-nos portas em alguns grandes festivais e apresentar-nos a tantos outros que certamente, fruto da vossa vasta experiência, nos darão a conhecer.


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