ENTREVISTA: A cenografia e arquitetura dos festivais de música em Portugal, por Miriam do Carmo e Pe

É de conhecimento geral que os festivais são uma experiência sensorial. A música vive no centro mas a oferta é vasta e a competitividade afirma-se cada vez mais pela experiência criada no festival. Quem é capaz de criar mais estímulos? Que papel tem a cenografia e a arquitetura nesta equação? Pedro Carvalho e Miriam do Carmo falam-nos sobre o desenvolvimento da cenografia e arquitetura nos festivais portugueses, são responsáveis pela cenografia do Reverence Valada e do Sol da Caparica assim como da execução do projecto cenográfico do Alive. Mas o seu currículo é vasto e trabalharam também diretamente com artistas como os GNR, o projeto MEO LikeMusic, ou festivais turcos e italianos. Afirmam que a cenografia é um dos campos onde os festivais portugueses podem crescer.